quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
domingo, 27 de dezembro de 2009
memória da pele
queria escrever algo sobre o dia de hoje mas a única coisa que consigo lembrar é do abraço macio e eterno que ele me deu assim que me encontrou.
domingo, 6 de dezembro de 2009
a caminho do ser-tão
Ciranda pé no chão
Estrada a fora
Sertão a dentro
de cactos voltados aos céus
como mãos,
que esperam a água da chuva
que não chega
a 1km.
São os olhos dele
que me conduzem
sentados um ao lado do outro
enquanto o cirandeiro
aperta o cigarro da poesia.
Um pé ante o outro
a roda rodando
a poeira subindo
pela estrada
que vai dar no Ser-tão.
Ser-tão que reinvento
antes mesmo de chegar:
brilha, pulsa
ouvido-coração
palma da mão.
E ainda falta muita estrada
asfalto aperto de mão
muito prazer:
cordel ciranda e fuloresta.
19.11.09
Estrada a fora
Sertão a dentro
de cactos voltados aos céus
como mãos,
que esperam a água da chuva
que não chega
a 1km.
São os olhos dele
que me conduzem
sentados um ao lado do outro
enquanto o cirandeiro
aperta o cigarro da poesia.
Um pé ante o outro
a roda rodando
a poeira subindo
pela estrada
que vai dar no Ser-tão.
Ser-tão que reinvento
antes mesmo de chegar:
brilha, pulsa
ouvido-coração
palma da mão.
E ainda falta muita estrada
asfalto aperto de mão
muito prazer:
cordel ciranda e fuloresta.
19.11.09
terça-feira, 24 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
scrap pra alex ou meus heróis morreram de overdose (de vida)
(para ler ouvindo ritual de cazuza)
pqp acabo de deixarte um twitter morrendo-de-saudade acabei de rever o filme de cazuza. foda imaginar q pessoas que vivem a vida intensamente n sei se por força do destino se acabam mais rapidamente. será que é verdade. se for, tenho medo. se for, foda-se. prefiro viver e ter a morte como amiga, colega de amanhã. quero te ver logo logo sentir o seu abraço beibe e ri de qq bobagem. durma bem e sonhe!
"Pra que chorar,
A vida é bela e cruel despida
Tão desprevinida e exata
que um dia acaba... acaba."
(...)
Pra que buscar o paraíso,
se até o poeta fecha o livro
Sente o perfume de uma flor no lixo
e fuxica, fuxica."
vamos durmir ouvindo as palavras do poeta vivo cazuza de todo dia.
beijo-te o olho e o coração!
A vida é bela e cruel despida
Tão desprevinida e exata
que um dia acaba... acaba."
(...)
Pra que buscar o paraíso,
se até o poeta fecha o livro
Sente o perfume de uma flor no lixo
e fuxica, fuxica."
vamos durmir ouvindo as palavras do poeta vivo cazuza de todo dia.
beijo-te o olho e o coração!
domingo, 1 de novembro de 2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Para que não se perca
Hoje acordei pensando no menino das panelas. Chamo ele assim mas poderia chamá-lo de menino maluquinho, no melhor sentido que possa existir chamar alguem dessa forma.
Eis o menino que um dia cruzou o meu caminho à beira do mar, chamando-me para um pôr-do-sol e pra fazer a cabeça. Me fiz. O cabelo encarolado enorme como uma juba de leão, os pés soltos balançando sob o mar, os olhos perdidos na aquarela de cores apresentadas no horizonte. ó a cor verde ali e diversas cores surgiram entre os nossos olhares. O sol se pôs, o papo iniciou e tardou a findar.
Um abraço apertado e um beijo no rosto ontem à noite, fizeram ressurgir a energia daquele pôr-do-sol e a vontade de escrevê-lo aqui. Escrever para mim, em diversos momentos, é reviver momentos e perpetuá-los na minha existência. Escrevo sobre esse menino pra nunca mais perdê-lo de vista (da sua, da minha) Pelos seus olhos e pelo seu sorriso meio embriagado quero perder-me, fazendo a cabeça e um pôr-de-sol esverdeado.
Um abraço apertado e um beijo no rosto ontem à noite, fizeram ressurgir a energia daquele pôr-do-sol e a vontade de escrevê-lo aqui. Escrever para mim, em diversos momentos, é reviver momentos e perpetuá-los na minha existência. Escrevo sobre esse menino pra nunca mais perdê-lo de vista (da sua, da minha) Pelos seus olhos e pelo seu sorriso meio embriagado quero perder-me, fazendo a cabeça e um pôr-de-sol esverdeado.
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