Pronto. A mochila tá arrumada. Amanhã logo cedo tô de partida. De volta pro interior, pro sertão. O ano começou lá. Partir dessa vez tá melancolico, to aqui ouvindo um jazz, tomando uma cerveja pra diminuir tamanha ansiedade que véspera de viagem me dá.
Tudo tá na mochila, não tem nada faltando. Mas fica aquela sensação.
Vou escrevendo e me despedindo das coisas com a cabeça, pensando em cada pessoa. é sempre assim, viajar pra mim tem tom de despedida. Não vou apagar tudo isso, deixar pra ver mais tarde a agunstia que tô de viajar, de demorar de ir pro banho, de deitar na cama, de durmir.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
diário de hoje
05/01/2010
emaranhado há mais de uma semana no sertão de chão vermelho com lua nascendo no horizonte e um silêncio que dá pra ouvir até a própria respiração.
emaranhado há mais de uma semana no sertão de chão vermelho com lua nascendo no horizonte e um silêncio que dá pra ouvir até a própria respiração.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
domingo, 27 de dezembro de 2009
memória da pele
queria escrever algo sobre o dia de hoje mas a única coisa que consigo lembrar é do abraço macio e eterno que ele me deu assim que me encontrou.
domingo, 6 de dezembro de 2009
a caminho do ser-tão
Ciranda pé no chão
Estrada a fora
Sertão a dentro
de cactos voltados aos céus
como mãos,
que esperam a água da chuva
que não chega
a 1km.
São os olhos dele
que me conduzem
sentados um ao lado do outro
enquanto o cirandeiro
aperta o cigarro da poesia.
Um pé ante o outro
a roda rodando
a poeira subindo
pela estrada
que vai dar no Ser-tão.
Ser-tão que reinvento
antes mesmo de chegar:
brilha, pulsa
ouvido-coração
palma da mão.
E ainda falta muita estrada
asfalto aperto de mão
muito prazer:
cordel ciranda e fuloresta.
19.11.09
Estrada a fora
Sertão a dentro
de cactos voltados aos céus
como mãos,
que esperam a água da chuva
que não chega
a 1km.
São os olhos dele
que me conduzem
sentados um ao lado do outro
enquanto o cirandeiro
aperta o cigarro da poesia.
Um pé ante o outro
a roda rodando
a poeira subindo
pela estrada
que vai dar no Ser-tão.
Ser-tão que reinvento
antes mesmo de chegar:
brilha, pulsa
ouvido-coração
palma da mão.
E ainda falta muita estrada
asfalto aperto de mão
muito prazer:
cordel ciranda e fuloresta.
19.11.09
terça-feira, 24 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
scrap pra alex ou meus heróis morreram de overdose (de vida)
(para ler ouvindo ritual de cazuza)
pqp acabo de deixarte um twitter morrendo-de-saudade acabei de rever o filme de cazuza. foda imaginar q pessoas que vivem a vida intensamente n sei se por força do destino se acabam mais rapidamente. será que é verdade. se for, tenho medo. se for, foda-se. prefiro viver e ter a morte como amiga, colega de amanhã. quero te ver logo logo sentir o seu abraço beibe e ri de qq bobagem. durma bem e sonhe!
"Pra que chorar,
A vida é bela e cruel despida
Tão desprevinida e exata
que um dia acaba... acaba."
(...)
Pra que buscar o paraíso,
se até o poeta fecha o livro
Sente o perfume de uma flor no lixo
e fuxica, fuxica."
vamos durmir ouvindo as palavras do poeta vivo cazuza de todo dia.
beijo-te o olho e o coração!
A vida é bela e cruel despida
Tão desprevinida e exata
que um dia acaba... acaba."
(...)
Pra que buscar o paraíso,
se até o poeta fecha o livro
Sente o perfume de uma flor no lixo
e fuxica, fuxica."
vamos durmir ouvindo as palavras do poeta vivo cazuza de todo dia.
beijo-te o olho e o coração!
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